Corretiva, preventiva e preditiva
| Tipo | Quando age | Limitação |
|---|---|---|
| Corretiva | Depois da falha | Parada não planejada, dano maior e urgência na compra de peças |
| Preventiva | Por calendário ou horas de uso | Troca peças ainda boas e não pega falhas que acontecem fora do intervalo |
| Preditiva | Pela condição medida do equipamento | Exige dados confiáveis e análise |
A preditiva não elimina as outras: ela concentra a manutenção onde os dados mostram que há risco real.
Que dados são necessários
- Sinais que o CLP já tem: correntes de motor, pressões, temperaturas, tempos de ciclo, contadores e alarmes.
- Sensores adicionais quando necessário, como vibração e temperatura de mancais.
- Histórico de falhas e de manutenções, mesmo que em ordens de serviço simples.
- Contexto de produção: produto, velocidade, turno.
Exemplo de raciocínio
Um motor que aciona uma bomba passa a consumir mais corrente para a mesma vazão ao longo de algumas semanas. A tendência indica desgaste ou obstrução, e a manutenção pode ser programada para a próxima parada planejada, antes que a falha pare a linha. O sinal já existia no inversor; faltava registrá-lo e olhar para ele.
Por onde começar
- Escolher o equipamentoUm equipamento crítico, com histórico de falhas caras ou paradas longas.
- Definir o modo de falhaO que se quer prever: desgaste de rolamento, entupimento, perda de vedação.
- Verificar os dadosQuais sinais já existem e quais sensores faltam.
- PilotoColeta, análise e indicador ou alerta para esse equipamento.
- Medir e expandirComparar paradas e custos antes e depois e levar para outros equipamentos.
O que entregamos
- Coleta e armazenamento contínuo de dados de processo.
- Tratamento dos dados: limpeza, sincronização e contexto de produção.
- Análise estatística e modelagem.
- Indicadores e alertas na IHM, no supervisório ou em dashboard.
- Relatório com conclusões e recomendações para manutenção e processo.